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A Arte da Simplicidade

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

A Arte da Simplicidade

30
Set17

A importância de ter objetivos


Margarida

Objetivos são, segundo o dicionário de língua portuguesa, propósitos que queremos alcançar. 

No meu último post "5 ideias para que a "rentrée" seja menos difícil" apresentava-te o facto de estabelecer objetivos e metas como uma das ideias para melhorar as coisas neste novo "ano" de escola/trabalho. E agora perguntas tu mas para que raio serve isso? 

Por diversas razões cada vez mais é importante planificar o nosso futuro: quer a nível económico, quer profissional, quer familiar. Em primeiro lugar porque sonhamos e sinceramente é inútil sonhar só porque sim por isso é tão importante criar metas para aproximar ao máximo esse sonho da realidade. 

Sim, é verdade que nem todos os sonhos podem ser realizados mas existem sempre aqueles que podem acontecer bastando para isso guardar bem na nossa cabeça o principio dos "3F": Foco, força e fé. 

Já paraste para pensar onde queres estar daqui a 40 anos? e a 30? e a 10? e a 1? ou mesmo daqui a alguns meses? Fá-lo e quando o fizeres dá-te objetivos "realistas" e prazos para os fazer e cria os teus planos de ação. 

Queres mudar de trabalho? Daqui a quanto tempo? Para quê? O que precisas para o conseguir? E depois de teres respostas a todas as tuas perguntas será mais fácil focares-te nos teus objetivos e trabalhar por ele. Até a tua motivação deverá crescer. 

No entanto não te esqueças de que nada cai do seu. Deves trabalhar desde hoje para atingir o teu objetivo e deves aproveitar todas as oportunidades que tens hoje para evoluir e ser feliz! Afinal a vida é muito curta e há objetivos que nos acompanharam a vida toda! 

 

 

12
Set17

O Poder da Palavra Não


Margarida

O Não é uma palavra pequena mas que custa tanto a quem a ouve e a quem a diz. 

Existem pais que não ousam dizê-lo aos filhos, existem amigos que não se ousam dizer não uns aos outros e casais que têm medo de se dizer um não por medo de perder o outro. Mas será o não assim tão mau?! 

Pode ser um bocadinho difícil de ouvir, ninguém diz o contrário! Quem nunca, em adolescente, pediu algo aos pais e eles disseram que não? Ou quando, em adultos, enfrentamos o nosso chefe para lhe apresentar um projeto que queremos tanto mas tanto fazer e ele nos diz não?

Parem um minuto e pensem quantas vezes já ouviram um não e o que é que fizeram depois dele? Pois, das duas uma ou deitaram-se a chorar e a maldizer a vossa vida ou lutaram para ter o que queriam, para provar que vocês têm valor e acabaram senão com razão ao menos bem mais fortes! Foram eles que nos fizeram mais fortes. 

Dando um exemplo concreto: um adolescente pede o enésimo par de calças à mãe. Ela têm duas opções: a mais fácil que é comprá-la (e muitas vezes com esse dinheiro a fazer falta à família) ou dizer "não, não pode ser". E estas opiniões vão dar informações diferentes: um sim poderá dar a ideia errada de que tudo é fácil (o adolescente têm mais uns 100 pares de calças no armário) e o não pode dar a ideia de valor.

Se ele quer mesmo aquele par de calças pode poupar um bocadinho da sua mesada (sempre fui perita em levar comida de casa e assim poupar uns trocos) ou ter de fazer alguns favores (lavar o carro, passear o cão...) para conseguir o que quer. E quando o conseguir de uma coisa podem ter certeza: aquelas serão as calças que o acompanharão toda a vida e aquela conquista só o encherá de orgulho e autoconfiança. 

É por estas e por outras que não devemos pestanejar ao ouvir a palavra não! Pode ser difícil no momento mas, se o soubermos aproveitar a nosso favor conseguiremos levar daí "bagagem" para novas portas e novas oportunidades em todos os campos da tua vida. 

Para ilustrar um bocadinho o que vos digo deixo-vos com uma conferência do programa "Ted Talk" de 2014 em São Paulo, Brasil. 

A Palestrante é Nathália Arcuri, uma jornalista de 34 anos que detêm o canal youtube e o blog "Me Poupe" e que fala de educação financeira, de investimento e, claro, de poupança! Segundo ela foram os "Nãos!" que ouviu que a fizeram avançar: aos 18 anos comprou o seu primeiro carro, aos 24 o seu primeiro apartamento e aos 32 ganhou o seu primeiro milhão! Vale a pena ouvi-la! 

Beijinhos

Margarida 

 

05
Set17

"Desejo Mudar"


Margarida

Sempre me disseram que "a vida muda" mas eu nunca tinha compreendido exactamente o que é que isso queria dizer. 

Tenho actualmente 29 anos. Não me considero "velha" nem excessivamente adulta mas também já olho para trás, para os meus tempos de escola e de faculdade.

Com um bocadinho de sorte até faço o mesmo, com saudades, para os meus primeiros tempos enquanto "adulto activo" e dos primeiros projectos de comprar carro e aproveitar aquilo que a vida têm de melhor para oferecer. 

Apesar do crescimento não me ter propriamente assustado (ao contrário de alguns amigos que anos depois do fim dos estudos ainda levavam capa e traje para as semanas académicas) baseei a minha vida até agora naquilo que tinha sido o meu ideal durante os anos de faculdade: Ter status (senão pela popularidade ao menos pelo talento e pelo brio profissional), ir a bons sítios, usar belas roupas, viajar e mostrar aos outros o quanto era apetecível ser uma mulher livre, feliz e "dona e senhora" da sua vida e de como devia ser seguida e admirada.

Ao longo dos anos passei por diversas fases, entre as quais algumas de quase "workaholic" onde o trabalho e apenas ele eram importantes. Tive também aquelas alturas em que eram os amigos e as noitadas que me moviam e outras em que a "solidão" voluntária era o que mais desejava. Mas todas esses desejos eram apenas momentâneos pois, o que prevalecia sempre, era a vontade de uma vida citadina, com a aprovação geral e glamour à mistura. 

Hoje em dia olho para trás e, apesar de não me arrepender nem por um momento das minhas opções, sinto que esse "eu" passou a desejar outra coisa e, quando projecto o meu futuro percebo isso de forma ainda mais clara.

Começo a ter vontade de trocar a vida onde a admiração dos outros conta muito por uma vida mais tranquila, menos brilhante mas mais real. Volto a desejar aproveitar o ar do campo (que tanto desprezei anteriormente), quero passear na rua sem olhar para trás (pois viver numa grande cidade francesa paga-se, por muito tranquila que a cidade seja) e ter mais qualidade de ar, de comida e de convivialidade. No fundo desejo manter-me como sou mas "correr" menos e ter mais tempo para mim e para aqueles que amo do que dá-lo dia após dia, ano após ano, a um trabalho (que é muito gratificante mas que é apenas um trabalho) e a uma chefia para quem és um número.  

Desejo que a vida mude e se ela mudar irá no sentido contrário àquilo que sempre desejei. Pode parecer estranho à partida mas não lhe chamo de indecisão, chamo antes de "crescimento", porque não fui só eu que mudei foram todos os novos elementos que a vida me ofereceu que me fazem olhar para ela, e desejar vivê-la, de outra forma. 

E vocês já sentiram vontade de mudar algumas das coisas que mais vos afirmavam perante os outros? O quê e quando? Como lidaram com isso e como disseram à vossa família e amigos que já não desejam aquilo que sempre "quiseram"? Partilhem, se assim o desejarem, as vossas experiências e desejos e não deixem de seguir o blogue aqui e pelas redes sociais. 

Margarida

 

 

12
Ago17

A verdadeira semana de c**o!


Margarida

Acabou finalmente esta semana interminável que já começou no Domingo passado, acabou hoje e contou com 7 dias de trabalho, uma noite de "reserva" e umas grandes crises de nervos. 

Durante este período não fiz nada mas nada daquilo que normalmente defendo: não meditei, não agradeci, não respirei fundo, não comi decentemente, não cuidei de mim nem tive paciência, nem mesmo uma atitude bondosa, para as pessoas que amo. Foi a verdadeira semana de cocó de onde só me apetecia fugir e pedir às pessoas para pararem com aquele circo todo. 

E os prejuízos estão todos lá: um cabelo que cai e que não têm jeito nenhum, uma cara de cansaço que mete medo ao susto, acne (a má alimentação e a falta de cuidados pagam-se e estou cheia de borbulhas), dores pelo corpo todo, uma sensação de fadiga infernal, o coração apertado por ter sido desagradável com os colegas no trabalho (não que me arrependa do que disse mas sim da forma pouco "assertiva" com que o disse) e chateada comigo própria por estar chateada com ele também (mesmo que saiba que não estou a ser totalmente justa)... 

Se foi do cansaço se do mau génio não sei... só sei que estou contente que esta semana termine e que eu possa, finalmente, ter um tempinho para mim e melhorar as minhas energias. Porque, tenho a dizer, estão mesmo muito negras! 

E vocês, como foi a vossa semana? Melhor do que a minha, espero! 

Margarida

22
Jun17

Queres ser mais autoconfiante? 8 ensinamentos para o conseguir!


Margarida

Em língua portuguesa "autoconfiança" significa segurança em relação às suas capacidades, poder e dignidade em determinado momento.

Alguém que é autoconfiante é alguém que se conhece bem, que nutre um grande respeito por si mesmo e pelas suas capacidades e transpira serenidade, tranquilidade e amor-próprio.

Se existem pessoas que são autoconfiantes desde sempre, existem aquelas que precisam de se conhecer, de se encontrar e de se preparar para transmitirem aos outros, e a elas mesmas, essa mesma confiança. 

Não é um caminho que se faça de um dia para o outro isso é certo. Teremos etapas complicadas mas o resultado será, sem dúvida, maravilhoso! 

Vamos, todos juntos, colocar mãos à obra? Então aqui vos deixo 8 dicas para melhorar a autoconfiança e autoestima e se sentir melhor na sua pele! 

  • Se não te sentes bem na tua pele faz alguma coisa por ti mesmo! Ninguém consegue nada sem esforço. Levanta o rabo do sofá e vai sem medo!

 

  • Conhece-te e aceita-te como és! Se te conheceres bem saberás exatamente como e quando vais reagir e a tua confiança e autocontrolo aumentarão. Se tiveres dificuldades a fazer essa auto-avaliação deixo-te um pequeno exercício: pega num papel numa caneta e anota, a titulo de exemplo, os pontos seguintes: 
    • As tuas fraquezas e as tuas forças; 
    • As tuas paixões e aquilo que detestas;
    • As coisas (grandes ou pequenas) que conseguiste; 
    • Os teus sonhos, os teus medos; 
    • As tuas inseguranças. 

Pega nesta mesma lista todos os meses e faz um pequeno "ponto de situação". Verás que há coisas que mudam ou evoluiram dependendo da fase da tua vida em que te encontras, dos acontecimentos, do estado de espírito e das experiências vividas. Somos seres que estão em constante mudança. Aceita isso! 

  • Aceita que a opinião dos outros não é universal. Quantas vezes ouvimos um grupo de amigos a falar sobre uma pessoa: enquanto A diz que essa pessoa é antipática, B reconhecerá as suas qualidades físicas e C que a pessoa passa por alguns problemas e que é preciso ser-se tolerante. No final o grupo fará o seu próprio julgamento da pessoa em função de todos os seus membros e a opinião dos membros será influênciada pela opinião do grupo. Desta forma achas mesmo importante dar ouvidos aos julgamentos dos outros sabendo que eles são influênciados pela sua vida, pela sua experiência e pelas suas crenças e nunca baseado em raciocínios lógicos?

 

  • Cuida de ti. Em tempos idos uma amiga custumava comentar que, sempre que me arranjava ou "perdia" algum tempo a cuidar de mim passava uma imagem de grande autoconfiança. E é um facto que, sempre que tomamos conta de nós mesmo, que nos cuidamos e que nos apresentamos no nosso melhor a nossa segurança em nós mesmos aumentará portanto cuida de ti e mima-te muito. Tu mereces!

  • Não te culpes por tudo e por nada! Quantas vezes procuramos levar com as culpas daquilo que não podemos mudar? E quantas outras vezes procuras nos outros uma acusação contra ti próprio para aquilo que correu mal? A resposta deste lado é: muitas! No entanto, em consciência sabemos que há coisas contra as quais não podemos lutar sendo ou não a melhor pessoa ou profissional do Mundo. Não procures culpabilizar-te pelo que correu mal e, se efetivamente erraste, aprende a perdoar-te! Só assim poderás fazer confiança a ti mesmo!

 

 

  • Aceita que és muito mais do que pensas! Não és apenas um corpo com uns quilinhos a mais ou uma pessoa descontente com o seu trabalho. Essas coisas fazem parte das características do teu dia a dia mas não te definem enquanto pessoa. Se aceitarem que aquilo que fazes não é aquilo que és só terás a ganhar e a crescer como pessoa!

  • Olha, de uma forma realista, o teu corpo! Somos muitos a seguir contas de yoga e de fitness nas redes sociais e todos nós sonhamos ter "aquele corpo de sonho" e não aquela barriga ou aquelas coxas que temos. No entanto, lembra-te de uma coisa: metade das pessoas que postam sobre fitness nas redes sociais vivem para isso enquanto tu tens um emprego, uma casa, uma família e outras 1500 coisas a gerir no espaço mínimo de 24h. Se mesmo assim continuas a não te sentir bem com o teu corpo faz um balanço entre o que não gostas e mudavas em dois tempos e o que gostas e não mudavas por nada. De certeza que acabarás por encontrar um equilibrio e razões para gostar muito de ti!   

  • Introduz a bondade e a gratidão na tua vida. Se a bondade encher os teus olhos em relação a ti mesmo e em relação aos outros e a gratidão te invadir em cada pequeno acontecimento bom terás todas as razões do Mundo para aumentares e muito a tua confiança em ti mesmo. 

 

 

25
Mai17

Solidão: Sim ou Não


Margarida

A Solidão é algo que, em geral, nos assusta. Damos-lhe por norma uma conotação negativa e associamo-la a depressão, tristeza, frustração, insucesso e maldade.

No entanto a necessidade de solidão e de tranquilidade é uma necessidade do ser humano. É no silêncio que, muitas vezes, refletimos, tomamos decisões ou nos recuperamos de um momento marcante na nossa vida (independentemente de ser "bom" ou "mau").

Estar sozinho pode até ser uma opção de vida. Quantas pessoas não casam, não têm filhos ou vivem isoladas do Mundo por vontade própria? Foi uma opção de vida como outra qualquer e que as faz sentirem-se bem. 

Algumas das melhores decisões e dos nossos momentos foram passados sozinhos. Lembram-se daquele pormenor arquitectónico que vos escapou durante dias a fio e que um dia, sozinho e descontraído, batemos com os olhos nele e nos apaixonamos?! E aquela indecisão em que estivemos mergulhados e que pedimos conselho a todos os conhecidos e só naquele momento de reflexão, a sós, conseguimos tomar a decisão necessária.

É sozinho que meditamos, que apreciamos o silêncio ou a nossa própria companhia. Porque ninguém consegue sentir-se bem se, em primeiro lugar, não estiver bem consigo próprio mesmo que o "consigo próprio" seja muitas vezes o maior dos nossos medos.  

Estar sozinho pode ser uma benção em certas alturas. Afinal o silêncio é de ouro neste Mundo tão elétrico e barulhento. 

E vocês, qual a vossa relação com o silêncio, com o estar sozinho? Fico à espera dos vossos comentários e opiniões. 

 

07
Mai17

Aproveitar as situações de medo para crescer e evoluir #2


Margarida

Como prometido no último post venho contar-vos uma das minhas histórias em que a coragem venceu o medo do desconhecido e de como me sinto neste momento em relação a isso. 

Como já referi por diversas vezes neste blog vivo em França desde Novembro de 2014. 

As razões que me fizeram emigrar? Um emprego de que não gostava e que acabei por abandonar numa altura em que estava fragilizada e incapaz de decidir os meus próprios passos e a vontade de dar o "salto", de ter a minha casa e ser dona e senhora da minha vida.

Somos muitos por esta blogosesfera  fora que deixamos para trás o nosso pais apesar de talvez sem as mesmas motivações mas todos demos um salto no escuro (em relação à emigração assim de cabeça lembro-me da Jess, a Joana Marques, As Nossas Voltas, Marta Neves e a Desarrumada entre muitos outros que com certeza por aí andam e que gostava que se acusassem)

Se tive medo? Tive, tive medo que a proposta fosse falsa, de não me adaptar, de não ser capaz mas o maior medo de todos foi a reação daqueles que me conheciam. E acreditem ou não foi esse o medo que mais me paralizou. Lembro-me como se fosse ontem da reação das pessoas algumas motivadoras e algumas nada encorajadoras (talvez porque fosse exatamente isso que eu esperava delas). 

A verdade é que cada vez que dizia a alguém que ia partir sentia-me como se fosse entrar numa 3ª Guerra Mundial e quando as reações eram desencorajantes então apetecia-me não dizer mais nada ou então mesmo desistir da ideia. 

O tempo foi passando e contra tudo e todos a data chegou, perdi supostos amigos com isso mas ganhei muito amor próprio e um sentimento de curiosidade e aventura ganhou forma e deu-me força. Esqueci o medo e avancei... e esse avanço deveu-se também a todas as pessoas que entraram na minha vida e que me mostraram que a nossa casa pode ser em qualquer lado desde que nos sintamos bem e em paz. 

Se sinto saudades, sim! Se ainda tenho medo? Cada dia que passa acho que não seria capaz de repetir a graçola de animo leve! Se vencer o medo me ajudou a sentir-me mais segura e mais confiante em mim própria e nas minhas capacidades? Decididamente! 

Se é difícil vencer o medo? É... mas alguma coisa nesta vida se consegue sem esforço?! 

E vocês qual a mudança na vossa vida em que o medo foi mais fraco do que a vossa motivação?

Margarida

 

 

04
Mai17

Aproveitar as situações de medo para crescer e evoluir! #1


Margarida

O Medo, aquele nosso velho conhecido que nos segue praticamente desde sempre. Sabemos que "ele" é parte integrante de nós e que, não raras vezes, nos bloqueia mais do que nos ajuda.

No entanto, e à medida que crescemos, percebemos que "ele" é um "inímigo" a respeitar... mas que pode ser vencido. Nem sempre é fácil vencê-lo pois vai apetecer desistir muitas vezes, chorar, meter a cabeça debaixo da almofada e gritar... no entanto, se nos mantivermos firmes quanto à nossa vontade as recompensas serão mais que muitas. 

Deixo-vos uma pequena reflexão: pensem numa situação em que tiveram medo, por exemplo na adolescência ou na infância, mas onde a curiosidade e a vontade de conhecer tomou o comando e colocou para segundo plano o medo dos país, dos perigos e até mesmo do desconhecido? E agora pensem no que aprenderam/ganharam com essa vitória sobre vocês mesmos. Cada um terá a sua história mas é certo que o que todos ganhamos com essa experiência na altura foi mais conhecimento, mais sabedoria e uma certa sensação de orgulho e amor próprio. 

Então porque nos é sempre tão difícil fazer isto quando se fala da vida adulta. Porque preferimos nós estar insatisfeitos, perder a vontade de inovar e de lutar pelos nossos sonhos e por aquilo em que acreditamos? 

Se a resposta que nos vêm à cabeça é "temos mais responsabilidades" também não podemos negar que a sabedoria adquirida ao longo dos anos nos permitirá escolher os melhores desafios e vencê-los! Continua a ser difícil vencer o medo e a sensação de conforto é muito mais apetecível do que o risco mas vencer o medo permite-nos crescer e evoluir. 

Então do que estamos à espera?! Vamos pôr-nos em risco e vencer os medos? O Desafio é simples... pensemos todos em algo que queremos fazer mas que não fazemos por ter medo (não precisa de ser nada de muito grandioso... uma coisinha muito simples para começar) e tentemos realizá-la, sem pressões nem auto-represálias. Quando o conseguirem fazer partilhem-nos, mostrem o vosso orgulho em vocês próprios! Ficarei muito satisfeita se o fizerem por aqui ou via facebook! 

Eu contar-vos-ei no próximo post uma das minhas histórias de "vencer o medo" e de como me sinto com essa viagem face ao desconhecido. 

Vamos ganhar o medo e amar-nos cada dia mais?! 

Margarida 

 

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