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A Arte da Simplicidade

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

A Arte da Simplicidade

22
Jan17

"Slow Beauty" ou porque é que me vai tão bem como método!


Margarida

Olá a todos, 

espero que se encontrem todos bem! 

Hoje trago-vos um novo post do qual vos venho falar da Slow Beauty e de porque é que este método me é tão querido. 

Desde há algum tempo que a procura de um estilo de vida mais são e com menos poluição associada me faz ler e experimentar pequenas coisas e foi ai que descobri o livro "Adoptez la Slow Cosméthique" do escritor belga Julien Kaibeck e fiquei absolutamente alarmada em relação a todos os meus gestos de beleza quotidianos e com vontade de criar soluções. 

Sempre fui uma adepta de produtos de cosmética e sempre sofri de um mal comum na nossa sociedade que se chama: seguir religiosamente o Marketing que é como quem diz ser mais bonita para me sentir bem na minha pele. Claro que a grande industria cosmética nos faz acreditar que, para além de precisarmos daquele produto, ele será o mais cuidadoso possível para a nossa pele sem nos falarem dos efeitos colaterais ou do impacto ambiental que esta industria têm. 

E é daí que parte a "Slow Beauty" como um convite a consumir de uma maneira menos "obsessiva" e sobretudo menos poluente, mais natural e menos cara em relação aos cosméticos convencionais que são cheios de água e de produtos inertes ou inativos e que são sintéticos ou químicos. 

E para pensar ainda mais um bocadinho sobre o impacto da cosmética convencional basta estimar a quantidade de banhos que se tomam por minuto e que significa litros e litros de água cheia de produtos químicos oriundos dos champoos, máscaras, gel-duche, exfoliantes químicos, sais de banho... e na quantidade de fond-de-teint e de outros produtos de beleza que são limpos por algodões desmaquilhantes e deitados em menos de 2 minutos no caixote do lixo?

Por estas e outras razões a "slow beauty" encoraja as pessoas a ponderar em cada coisa que compram: "será que me faz mesmo falta?", "será que responde realmente às minhas necessidades?", "qual o impacto disto no planeta? e para a minha saúde?". Deste método fazem também parte um certo "retorno" ao passado: com a utilização de óleos vegetais e/ou essenciais, de minerais e mesmo de alimentos que todos temos em casa. Outra das proposições passa por utilizar técnicas de beleza não cosméticas como é o caso da massagem facial. 

Uma coisa é certa, esta mudança quer-se calma e lenta. Não é porque se descobriu um novo método que devemos deitar tudo fora e recomeçar do zero. Antes pelo contrário, devemos permitir um período de adaptação de forma a ser uma mudança eficaz e que nos agrade. Uma boa maneira será de passar inicialmente pelo consumo de cosmética com selo bio uma vez que este selo nos permite uma certa certeza de que o produto não contém ingredientes perigosos nem para a saúde nem para o planeta, que não é testado sobre animais e as suas embalagens são recicláveis tendo ainda a vantagem de nos permitir utilizar as formas a que estamos habituados.

Com estas noções do porquê da importância de uma cosmética mais ética e ecológica me despeço com a promessa de mais posts sobre o tema e da partilha de algumas receitas para que possam experimentar! 

Até breve! 

Margarida

 

 

 

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