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A Arte da Simplicidade

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

A Arte da Simplicidade

21
Jan17

O Movimento "Slow"


Margarida

O Movimento "Slow" é daqueles que mais me interessaram desde o início desta mudança de atitude. Isto porque me permitia aquilo que eu procurava: reduzir o ritmo de vida!

O movimento "slow" surgiu em Itália em 1980 pela sua vertente "Slow Food". Por esta altura os seus criadores revoltaram-se contra o crescente aumento do fast-food, dos pratos pré-preparados e da "má comida" e criaram um movimento que defendia a cozinha feita em casa, com os ingredientes mais puros e naturais possíveis, a utilização de ervas e especiarias para preparar os pratos (são bem conhecidas as quantidades de açucar e de sal que um prato pré-preparado ou congelado possuí). Em suma este movimento pretendia resistir aos efeitos da industria alimentar de larga escala.

Passados todos estes anos o movimento "Slow" espalhou-se por ainda mais áreas sendo que algumas têm menos impacto que outras:

  • Slow Cities: É o movimento "Slow" que defende a limitação do ritmo de vida nas cidades. Diminuição do trânsito, dos ruídos e da poluição. Em resumo, aumentar a qualidade de vida e devolver a cidade a quem de direito: os cidadãos!
  • Slow Travel: Este é talvez um dos movimentos "slow" com mais impacto até porque vai na tendência dos turístas de hoje em dia. Este movimento apoia-se em dois princípios: investir o tempo a misturar-se com a população local de forma a que conheça a sua cultura e forma de vida e reduzir o impacto ambiental ligado à viagem: utilizar transportes públicos e preferir os produtos locais.
  • Slow Money: Capaz de interessar a muita gente, este movimento foi criado em 2008 em reação à crise económica que assolou a Europa. O princípio: reorientar o capital e diminuir o fluxo, que é como quem diz o consumo.
  • Slow beauty: Este é um dos movimentos slow que mais facilmente entrou na minha vida devido ao facto de me pôr 500 mil questões sobre a qualidade daquilo que metia sobre a minha pele e qual o impacto ambiental da minha paixão por cosméticos. E é assustador... Este movimento favoriza o cuidado e a beleza ao natural, sem impacto ambiental significativo e redução do consumo de embalagens. Os cremes que custam uma fortuna são substituídos por óleos essenciais e muitos dos cuidados são feitos com produtos que temos na cozinha... sim, na cozinha?! Económico e ecológico!
  • Existem muitos outros movimentos slow que se começam a formar mas que, neste momento, o seu impacto é mínimo e parte do mesmo tipo de princípios como é o caso do slow scholar, slow book, slow tv...

Despeço-me com um pequeno video que explica de uma forma muita clara a importância e as vantagens da Slow Life

 

 

Fontes:

www.futura-sciences.com

www.slowmovement.com

www.slowmovementportugal.com

 

 

 

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