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A Arte da Simplicidade

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

A Arte da Simplicidade

26
Jan17

Eu li #1: "Arrume a sua casa, arrume a sua vida" de Marie Kondo


Margarida

Queridos leitores, espero que estejam todos bem! Hoje venho falar-vos de arrumação, ou melhor de um livro sobre arrumação.

Vivo numa luta constante para manter a minha casa arrumada e limpa. Não tenho muitas coisas mas sinto sempre que a nível "arrumação" a coisa não é fácil de gerir. 

Efetivamente limpo e arrumo a minha casa quase todos os dias mas tenho sempre a sensação que as coisas nunca estão nos lugares certos e isso agrava-se consideravelmente quando passo por um período mais desgastante no trabalho em que, evidentemente, chego a casa, descalço-me, pego numa chávena de chá e lanço-me para cima do sofá. E foi depois de um desses períodos que resolvi ler o livro "Arrume a sua Casa, Arrume a sua Vida" de Marie Kondo onde nos é apresentado o Método KonMarie para organização do lar. 

Marie Kondo é proprietária de uma Empresa de Consultoria em Tóquio onde presta como serviço a organização e a arrumação da casa dos clientes tornando-os em lugares de inspiração e de conforto. 

Para vos ser sincera nunca fui adepta de livros de organização mas este livro tocou-me por diversas razões.

  • É um livro de leitura fácil onde os diversos passos do método são explicados e exemplificados
  • Este livro, como todos os livros que seguem a linha da organização e do minimalismo, destaca a importância de destralhar. Mas fá-lo de uma maneira diferenciada em relação a outros métodos. Ele baseia-se na relação do objeto com a pessoa e não no número nem na qualidade do objeto. A frase mais lida durante o livro deve ser: "será que isto me faz feliz?"
  • Outra coisa que adorei no método é que na fase de "descarte" este é tido em conta como um sentimento de continuidade e não de: "deixei de gostar logo vai para o lixo". A mim sossega-me o facto de me ser permitido sentir pena de me desfazer desse objeto quando lhe abro mão;
  • A ideia principal do livro é de que a nossa casa deve ser o nosso "porto de abrigo" e, por isso mesmo, devemos estar rodeados de coisas que nos fazem feliz e que nos dão alegria

Daquilo que poderia apontar como "ponto fraco" do livro é que a preocupação em destralhar sem falar muito das consequências ambientais disso. Mesmo se a escritora apresenta a doação de roupa, de livros ou de outros objetos como algo de positivo também é verdade que a palavra "Lixo" é mencionada muito mais vezes. 

De uma forma ou de outra este método interessou-me e agradou-me sendo que estou seriamente a pensar em pô-lo em prática com algumas nuances, uma espécie de KonMarie/Margarida. De qualquer coisa admito que enquanto o lia consegui desfazer-me de umas calças que estão em estado catastrófico/limite buracos em todo o lado e remendadas 500 vezes mas que eu adorava de paixão (claro que para essas não há hipótese de doação..). Outra curiosidade engraçada foi que dei por mim a agradecer um bocadinho à direita e à esquerda, na minha cabeça, quando entro em casa

De qualquer forma o segundo volume de Marie Kondo já está na minha lista de leitura...

Quanto ao método, quando o colocar em prática, o que não há de tardar muito, dar-vos-ei feedback. 

Espero que tenham gostado do post. Despeço-me de todos vocês com um até já!

Margarida

 

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