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A Arte da Simplicidade

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

"Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico." (Séneca)

A Arte da Simplicidade

26
Fev17

Domingo!!


Margarida

Aproveitem o dia para fazer aquilo que realmente é importante: aproveitar o Sol, a família, os amigos, os bons momentos e as gargalhadas! E as coisas simpes da vida que são, sem dúvida, as melhores! 

Pelo caminho, e se tiverem um bocadinho de tempo, está uma sondagem a decorrer no Facebook do blog (/www.facebook.com/SimplicidadeMargarida/) quanto a temas que gostariam de ver mais aprofundados por estes lados! A vossa opinião é muito importante para mim! Não hesitem também em deixar ideias em comentários nos diferentes posts!

Aproveitem o Vosso Dia

Margarida

 

25
Fev17

Compras a Granel: A minha experiência!


Margarida

Olá queridos leitores espero que estejam todos bem! Hoje trago-vos um post num tom um bocadinho mais exaltado do que o habitual. Tratasse de uma resposta a diversos comentários que li e que me pareceram desprovidos de senso e que demonstram uma resistência a tudo o que sai da nossa vida confortável e descartável. Não escrevi este post para que ninguém me dê razão mas sim para dar outras razões para pensar no assunto. Vamos por partes:

Esta semana a SIC transmitiu uma reportagem sobre as compras a granel. (Podem assistir aqui). E mais uma vez os comentários de uma boa parte dos espetadores demonstra uma vontade de criar polémica em torno da coisa. 

Tal como aconteceu com a proibição da dispensa gratuita de sacos de plástico (por razões ambientais graves) as respostas como "mais dinheiro para os supermercados" e "comprei por duas vezes e um dos alimentos fazia-me sempre vomitar" não se fizeram esperar. 

Sem querer ofender ninguém nada melhor do que parar e pensar um bocadinho. 

Como já vos disse resido fora do país à cerca de 3 anos e apenas um ano depois aderi às compras a granel. Se a minha preocupação era essencialmente ambiental no início a verdade é que as poupanças são reais. Tão reais que me permitem manter um budget alimentar mensal de cerca de 120 euros (com bebidas incluídas e muita cozinha em casa para amigos) tendo em conta o custo de vida, o facto de fazer uma alimentação de tendência biológica e de circuitos curtos, com pouca carne e peixe na ementa e com almoços e jantares preparados em casa (levo sempre a marmita para o trabalho.

Quando digo que poupa é porque compro apenas aquilo que preciso (poupando assim no preço mas também porque as coisas não ficam cá por casa meses e meses até por fim serem postas no lixo porque já não estão boas ou porque a data de validade passou... ou porque pura e simplesmente não gosto do produto) mas poupo também na embalagem (1 ponto para mim, 3 pontos para o planeta especialmente porque aqui o conceito é de comprar a granel e levar os seus próprios sacos em tecido, frascos, caixas, etc. Ou seja materiais duráveis e laváveis que são reutilizados centenas de vezes)! 

A verdade é que a embalagem sai cara: é o plástico (que é constituído de produtos refinados de petróleo: não sei vocês mas pessoalmente prefiro ter o menos contacto possível com um material que entre outras coisas está mais que provado que dispõe de perturbadores endócrinos prejudiciais à nossa saúde e todo o design, tinta, produção, etc. E desengane-se quem acredita piamente na boa vontade de quem criou as embalagens (e as super embalagens: papel, plástico e outros que tais). O objetivo delas é vender, não proteger-nos a saúde... se não não seria nem de plástico nem coloridas com tintas... Mas deixando de lições de moral. 

Vivo em França e, por aqui as compras a granel são mais do que comuns existindo mesmo cadeias de lojas especializadas e áreas especificas em muitos supermercados, lojas bio e mercearias de bairro. Não só por poupança mas acima de tudo por ecologia. Os sacos de plástico são proibidos há mais de 20 anos e até os saquinhos de plástico do supermercado (aqueles da fruta sabem: que usamos uma vez, metemos no lixo e depois fica à espera de se desfazer por todo o nosso tempo de vida e até o dos nossos filhos e netos). Chocar-vos-à ainda mais em dizendo que a louça em plástico será proibida até ao início do próximo ano e até os cotonetes vão desaparecer. E ninguém reclama. As pessoas procuram soluções duráveis porque já perceberam que o lixo está a dar cabo de nós, das nossas praias, das nossas montanhas, do nosso Mundo afinal... E este tipo de comportamentos começa a espalhar-se por outros produtos que não o alimentar. Por exemplo eu compro o meu líquido da louça a granel. Compro o que preciso e a embalagem é sempre a mesma!

Outro argumento que posso refutar facilmente são as razões de higiene: não corremos mais riscos do que os que se correm numa fábrica ou se formos a um restaurante. Há regras a cumprir, e bastante rígidas no final das contas. E afinal qual é a diferença entre comprar massa e farinha (que vão ser cozinhados) e escolher a nossa fruta dos mostradores. Na fruta toda a gente mexe com as mãos, nos arrozes e leguminosas nem por isso. 

Para além de que o nosso medo "desmedido" de infeções está-nos a dar cabo da saúde.,, mas isso são contas de outro rosário. E sim, como profissional de saúde estou bem posicionada para o dizer. 

De qualquer forma e porque o post já vai longo, não eram os nossos avôs fortes e saudáveis e não compravam tudo a granel. Porque somos nós tão reticentes a um "retorno ao passado" quando o futuro, se continuarmos a consumir como hoje em dia, nos dará cabo da saúde e da qualidade de vida! 

Um grande bem-hajam a todos vocês! E um Super e Tranquilo Sábado! 

Margarida

 

24
Fev17

Follow Friday: E Vivemos Felizes Para Sempre


Margarida

Olá queridos leitores!

Hoje, ao contrário da semana passada, trago-vos um blog que não é propriamente muito conhecido no Bairro do Sapo mas que, pessoalmente, acho interessante e muito bem estruturado!

Vivemos Felizes Para Sempre... é um blog muito completo e a sua autora é psicóloga na área da saúde e com foco no emagrecimento e na depressão. E quem não lidou com um destes dois pelo menos uma vez na vida! 

Eu adoro e estou sempre em cima das novidades escritas por alguém com conhecimento de causa! 

Espero que passem a dar uma vista de olhos! 

Uma boa Sexta Feira para todos! 

Margarida

 

22
Fev17

"Vale mais ter Paz do que Razão"


Margarida

Sou normalmente uma pessoa alegre e de bem com a vida. Vejo quase sempre o lado bom de tudo e de todos. Mas, no entanto, há dias em que a "nuvem negra" do stress e do mau humor se atravessam no meu espírito. Ontem foi um desses dias. Ainda nem eram 8h da manhã e já ele estava a "ouvir" um raspanete por um erro de cálculo ou uma distração... ou um "não sei bem onde tinhas a cabeça"! 

Se tinha razão em estar chateada?! Tinha... sei que tinha e podia ter levado essa razão comigo para meio de parte nenhuma. Mas também sei que, em dias normais, o meu autocontrolo é mantido o que nos evita as famosas "brigas de casal". Se em quase um ano de namoro discutimos três vezes foi o muito... e isto não é motivo de orgulho mas sim um sinal de que ambos estamos do mesmo lado e à procura da mesma coisa. 

Se não temos problemas nem motivos de discussão: temos, como toda a gente. Mas estabelecemos um código de conduta desde o primeiro dia: queremos que funcione e vamos fazer por isso! E as brigas e discussões parvas que isto nos tem poupado.. nem vos conto! 

Mas ontem perdi a cabeça: discuti e não o ouvi... sei que magoei mais do que fui magoada... 

Passado uma hora... com a cabeça cheia do trabalho (e viva o Mindfulness)... resolvi acordar-me uma pausa de 5 min e pensar no que tinha acontecido. 

Ok, eu tinha razão... tinha motivos para estar chateada. Mas o que é que preferia? Ter razão ou resolver as coisas? Resolver as coisas. Sou alguém que prefere estar do lado da resolução mais do que do lado do problema. 

Final do dia... mais calmos... tiramos 10 minutos entre os deveres profissionais e os compromissos de cada um para um café. E como um cachimbo de paz conversamos aberta e francamente. Entre um pedido de desculpas e um abraço apertado separamo-nos de coração cheio e muito mais em paz do que durante o dia inteiro. 

Afinal mais vale estar em paz do que ter razão!

 

21
Fev17

5 Ideias para reduzires a tua pegada ecológica durante o Carnaval


Margarida

Se há festividade de que eu gosto o Carnaval é uma delas. No entanto, é verdade que, é também uma festa onde se produz muito lixo e poluição. Pensemos nas fitinhas, nas bolinhas e nos carros que fazem um super barulho e que cheiram a combustivel a 3 Km de distância... 

Dessa forma aquilo que vos proponho aqui hoje são 5 pequenos gestos que nos permitem reduzir o lixo que produzimos nesta época de Carnaval! 

- As Bebidas: Opta por bebidas em garrafas de vidro ou lata em detrimento dos copos de plástico. O plástico é muito pouco reciclável e o vidro e o metal podem ser reciclados à vida. 

- O Disfarce: Opta por reutilizar antigos disfarces ou aproveitar antigas roupas de familiares e amigos. Outros materiais como plástico, feltro entre outros que andam lá por casa podem também dar óptimas máscaras. Basta para isso um bocadinho de imaginação... e o apoio de alguém com jeito para a costura! Assim o teu disfarce terá um toque de originalidade, será personalizado (criado e preparado por ti) e assim evitas de comprar um fato que vais utilizar uma única vez. Com esta ideia ainda pouparás uns trocos... 

 

- A Decoração: Se organizares uma festa ou um baile cria a decoração com papel reciclado. Ideias não te faltaram se visitares sites como o Pinterest. 

 

- Anda a Pé: Tendo em conta os disfarces e a festa será uma boa ideia deixar o carro em casa e ir de transportes públicos ou mesmo a pé se não se morar muito longe. Ponto especialmente importante quando se sabe que se vai beber um pouco. 

 

- Evitar papeís, fitinhas e outros produtos poluentes (como os sprays por exemplo): ok, eles até podem ser giros mas o dinheiro que se gasta para deitar fora e ainda os riscos que se corre com a brincadeira dos sprays e afins... podemos bem passar sem eles não?! Existiram com certeza brincadeiras menos poluentes... a vocês de as imaginar! 

 

Espero que tenham gostado deste post e acima de tudo que tenham um Super Carnaval! 

 

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